Informações Financeiras___________________________________________________________________
Relatório sobre os aspectos relevantes relativos a Riscos Operacionais no Grupo Cetelem/BGN
Risco Operacional
Este relatório tem por finalidade divulgar os aspectos considerados relevantes relativos a Riscos Operacionais na Cetelem BGN.

Conceito

Risco Operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos. A definição inclui o risco legal associado à inadequação ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sançães em razão de descumprimento de dispositivos legais e a indenizaçães por danos a terceiros decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.


Estrutura / Ambiente

Em linha com os princípios de Governança Corporativa e aos preceitos da Basiléia (Acordos I e II) a Cetelem BGN possui uma área dedicada denominada Risco Operacional, dentro da estrutura de Compliance, com políticas específicas, processos, ferramentas e controles apropriados para a gestão do Risco Operacional.

A área de Compliance/Risco Operacional preserva sua independência através do reporte direto ao Diretor Presidente da Organização, o qual foi designado como diretor responsável pelo Modelo de Gestão de Riscos Operacionais. A Diretoria da Cetelem BGN é responsável pelas informações prestadas e por acompanhar as correções das deficiências de controle e de gerenciamento do risco operacional.

Gerenciamento de Risco Operacional

A área de Compliance/Risco Operacional é responsável por identificar, avaliar, monitorar, controlar e acompanhar junto às áreas as açães, visando minimizar e/ou mitigar os riscos operacionais inerentes ao negócio da empresa e atender à legislação pertinente.

A auditoria interna conforme plano de auditoria avalia de forma independente a estrutura de gerenciamento de risco operacional. A área de Compliance é responsável por manter atualizado e validado anualmente o Plano de Continuidade do Negócio, visando à retomada em tempo hábil das atividades do negócio em caso de interrupção por falhas ou desastres significativos. Este plano contempla 2 diretrizes: Política de Continuidade do Negócio e Plano de Recuperação de Desastre.

A mitigação do risco operacional na Cetelem BGN é de responsabilidade de todos, dependendo da participação ativa dos associados na execução de suas atividades.

Com objetivo de definir diretrizes para gestão do risco operacional, foi elaborada a Política de Gestão do Risco Operacional. Esta foi aprovada pela Alta Administração em 22/10/2010. Este documento é revisado e aprovado anualmente.

Gestão do Risco Operacional


Cultura

O Grupo Cetelem BGN entende que a adequada gestão do Risco Operacional está diretamente relacionada com o comprometimento de todos os colaboradores e nesse sentido investe constantemente na disseminação da cultura em todos os níveis da instituição, buscando disseminar para seus colaboradores uma consciência preventiva, evitando a exposição da Instituição a esses mencionados riscos.


Comunicação Interna

A área de Compliance/Risco Operacional é responsável por disseminar para a instituição a cultura de prevenção de perdas decorrentes do risco operacional. Com periodicidade definida, os assuntos relacionados á avaliação das perdas, correções de deficiências de controle e demais assuntos pertinentes são discutidos no Comitê de Controles Internos e Compliance.

Cabe salientar que o Comitê de Controles Internos e Compliance é composto pelos Membros do Comitê Executivo, Compliance e Auditoria Interna, além das áreas convidadas em razão da pauta, coordenado pela área de Compliance/Risco Operacional.


Alocação de Capital

Com base em estudos internos desenvolvidos juntamente com o BNP Paribas, a qual a Cetelem BGN faz parte, optou-se pela metodologia de indicador básico para alocação de capital, atendendo à Circular 3.383, de acordo com o Comunicado 16.913 do Banco Central.

A Cetelem BGN, ao longo de 2010, manteve a posição conservadora quanto ao capital regulatório a ser alocado para fins de riscos operacionais segundo a metodologia de abordagem básica (BIA - Basic Indicator Approach), por considerar que continua sendo a mais apropriada em função do atual cenário global, do nível de atividade e segmento de atuação.

É objetivo permanente da Cetelem BGN aprimorar continuamente a qualidade da gestão de riscos e atingir padrões que possibilitem a migração futura para metodologias que mais avançadas de alocação de capital.


Plano de Continuidade de Negócios

A Cetelem BGN busca adotar as melhores práticas de mercado sobre as atividades relacionadas à Continuidade de Negócios, por meio de políticas internas e regulamentações do Banco Central do Brasil. A Política de Continuidade de Negócios, aprovada e divulgada em 01/07/2010 visa à retomada em tempo hábil das atividades do negócio em caso de interrupção por falhas ou desastres significativos. Esta política define as diretrizes e a estrutura do plano de continuidade.

Portal Cetelem: www.cetelem.com.br